Administração Regional do Lago Sul cria comissão interna para retomar coleta seletiva solidária

Brasília, terça-feira, 24 novembro, 2020

Além de aumentar a vida útil dos aterros, a coleta seletiva solidária cria empregos e renda para inúmeros catadores do DF.

A Administração Regional do Lago Sul formalizou ontem a nova Comissão de Gestão da Coleta Seletiva Solidária, que estava paralisada deste março de 2020 em razão da pandemia causada pela Covid-19. Com a nova composição, a Administração Regional volta a incentivar a coleta seletiva, com a obrigação de entregar às cooperativas de catadores todo o material reciclável produzido no âmbito da Administração.

Esta iniciativa, que envolve a totalidade dos órgãos e empresas do GDF, representa um novo momento na gestão pública, em que a coletiva seletiva solidária ganha destaque e passa a ser prioridade. Instituída pela Lei Distrital nº 4.792/2020 e Decreto nº 38.246/2017, que a regulamenta, a legislação determina que todo resíduo reciclável seja entregue às cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Além de incentivar a reciclagem e diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros, que terão a vida útil prolongada, a medida tem um viés social muito forte, apoiando a geração de emprego e renda dos inúmeros membros das cooperativas de catadores distribuídas por todo o Distrito Federal.

A partir de agora, a nova Comissão irá elaborar normas e procedimentos referentes à prática do descarte de recicláveis, planos e projetos para tornar rotineira a seleção destes materiais e, constantemente, avaliar estas ações e seus resultados. Para o administrador regional do Lago Sul, Rubens Santoro, “este é um passo importante para a administração pública do DF, consciente de suas responsabilidades com o meio ambiente e participando deste enorme esforço em tornar realidade e exemplo de eficiência a coleta seletiva solidária em todo o Governo”.

No Lago Sul, a coleta seletiva já é uma realidade e com a constituição do Fórum da Coleta Seletiva, as discussões foram ampliadas, com sugestões de aprimoramento das normas e condutas, buscando sempre contribuir para a preservação ambiental e fazendo do material reciclável fonte de emprego e renda para inúmeros catadores do DF.

Fonte: ASCOM RAXVI

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