Após flexibilização, parques ecológicos do Lago Sul começam a receber o público

Brasília, terça-feira, 26 abril, 2022

Com 19 parques urbanos e 86 unidades de conservação, Brasília é um paraíso para quem deseja aproveitar as belezas do cerrado. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Fonte: ASCOM RAXVI

Atualizado em: 26 abril, 2022

Além dos painéis, prédios e conjuntos cívicos, da beleza concreta de Oscar Niemeyer e LúcioCosta, que caíram na graça das fotografias de moradores e visitantes, Brasília também proporciona belas imagens em meio à natureza, predominantemente com o bioma cerrado. A capital federal acumula 19 parques urbanos, entre eles o maior da América Latina, o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, e 86 unidades de conservação, destinados exclusivamente àpreservação da fauna e flora naturais do quadrilátero.

O Distrito Federal abriga potencial ecológico de referência para o meio ambiente. Começando pelo Lago Paranoá, espelho d’água de 48 km² e um dos cinco melhores destinos das águas do país, abre-se caminho para o cerrado brasileiro, com suas espécies nativas, flora e fauna, fontes de estudo de ambientalistas. A Ermida Dom Bosco é um exemplo que, em 2019, se tornou um monumento natural de Brasília e é um dos pontos turísticos mais visitados
Próximo ao Lago Paranoá, estão os parques ecológicos Península Sul, no SHIS QL 12 do Lago Sul, e o Anfiteatro Natural, no SHIS QL 14. A unidade do Parque do Anfiteatro Natural do Lago Sul, mais conhecida como Parque Asa Delta, permite fácil acesso à margem do lago e possui um morro artificial construído na década de 1980 para a prática do voo livre, esporte com tradição na capital, e para fotografias de tirar o fôlego. Já a Península Sul agracia os visitantes com uma trilha que margeia a unidade, além de vários píeres no lago artificial brasiliense.

O Parque Distrital das Copaíbas, no Lago Sul, que conta com uma trilha sinalizada de 4,2 km, em que o caminhante pode encontrar espécies nativas do cerrado, campo e mata de galeria, além de poços, nascentes e uma pequena cachoeira.
Diante da variedade de opções para passear, descansar e aclamar a natureza do cerrado, o movimento de visitantes, turistas ou moradores do DF nas unidades de conservação aumentou nos últimos três anos. Mas, diante de tanta variedade de fauna e flora, um alerta: ao visitar as unidades de preservação é preciso cuidado redobrado com lixos e depredação do espaço, para evitar prejuízos à natureza. São unidades de conservação, ou seja, áreas protegidas que precisam ser preservadas.

Ainda este ano, será lançada a Rota das Unidades de Conservação, mostrando ao público o paraíso do cerrado escondido em solos brasilienses. A Coleção Rotas Brasília, com uma série de mini guias organizados por segmento, está disponível para download no site da Secretaria de Turismo.