Crédito: Divulgação.
Atualizado em: 18 fevereiro, 2022
MARI LASTA: O CAMINHO DAS ARTES PASSA PELAS PONTES
O caminho das artes também tem sido contemplado com belas pontes retratadas pelo talento artístico de Mari Lasta. Paranaense de nascimento, mas brasiliense de coração, a artista frequentou cursos livres de artes e passou por alguns ateliês em Brasília, buscando aperfeiçoar suas técnicas. Aprendeu o espatulado, a partir do óleo sobre tela, a acrílica, o pastel seco, utilizou muito a técnica mista com vários tipos de materiais, incluindo o material da construção civil.
Admirado pela sua qualidade estética, o trabalho criativo de Mari Lasta tem tido excelente repercussão no meio dos apreciadores da boa arte e fácil trânsito no meio cultural. Tanto é verdade, que a artista pertence à Associação Candanga de Artistas Visuais (ACAV) desde sua fundação, já participou de importantes eventos nacionais de artes plásticas, realizou diversas exposições individuais e participou de inúmeras exposições coletivas em diferentes cidades do Brasil e também no Exterior.
Em 2019, o público foi agraciado com a exposição “Do outro lado da Ponte”, no Espaço Cultural STJ, quando, ao evocar a representatividade e simbologia das pontes, nos fez refletir sobre possíveis vínculos e elos de significações entre as variadas construções dessa categoria, localizadas em diversas partes do mundo. Segundo a artista, além de possibilitarem a conexão entre pessoas e continentes, as pontes viabilizam o encontro de ideias, harmonizam paisagens diversas e muitas vezes são a relação entre passado, presente e futuro. Permitem a passagem, e por assim dizer, o diálogo e a dialética,
resultando na construção de novos caminhos, dando novos sentidos à realidade e à imaginação.
Um exemplo do trabalho da artista pode ser conferido na obra “Ponte Céstio – Roma, Itália”, doada por Mari Lasta ao Acervo do STJ, na ocasião de sua exposição. Como visto, as pinceladas precisas da artista, carregadas de vigor e movimento, permitem ao expectador se imaginar em cada cenário apresentado nas obras. Segundo o também artista plástico Diniz Félix dos Santos, ao se deparar com uma das obras de Mari Lasta, o expectador tem a “certeza de que também atravessando pontes poderá se deparar com um lugar novo, vislumbrar a notícia alvissareira ou o promissor ainda não explorado, ou (se for de sua preferência) o silêncio na vastidão, … porque é nas veredas da vida que todos nós, carentes, encontramos o bom, o belo, o verdadeiro, que, desde a mais tenra idade, nos ensinaram a amar”.






