Foto: Paula Lima. Créditos: Divulgação.
Atualizado em: 1 outubro, 2026
Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, programação reúne Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Paula Lima, Wagner Tiso, Ian Coury, Assucena e João Camarero, entre outros nomes da música brasileira
Depois de meses de programação dedicada ao choro e à música brasileira, a quarta edição do Complexo Cultural do Choro chega ao encerramento com dois dias intensos de Festival. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o Espaço Cultural do Choro recebe artistas de diferentes gerações e vertentes, entre eles Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil, Paula Lima, Silvério Pontes e Marcelo Caldi, Wagner Tiso e Marcio Malard, Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, Assucena e João Camarero. O projeto tem apresentação e patrocínio master da Shell.
“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural. O patrocínio também ressalta a importância de Brasília para a estratégia da Shell” – comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.
Para marcar o encerramento, o Festival apresenta uma programação que percorre o choro, a música instrumental, a canção brasileira, o samba, o soul e o jazz, refletindo a diversidade de encontros que marcou a quarta edição.
“Chegar ao encerramento da quarta edição é motivo de muita alegria para todos nós. Ao longo desses meses, tivemos o choro como ponto de partida para encontros com diferentes gerações, linguagens e expressões da música brasileira, dentro e fora do Clube. O Festival traduz muito bem esse espírito ao reunir artistas com trajetórias tão diversas em dois dias de programação. É uma forma de celebrar tudo o que construímos nesta edição junto com os músicos e, principalmente, com o público”, afirma Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro.
No dia 31 de outubro, a programação começa às 16h com o encontro de Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, seguido pela multi-instrumentista Lucy Alves. Juntos no palco, Jaques e Moreno apresentam um espetáculo acústico que aproxima suas trajetórias na música brasileira. O violoncelo de Morelenbaum encontra a voz e o violão de Moreno em uma apresentação intimista, construída também a partir da amizade entre os dois músicos, com espaço para improvisos e histórias compartilhadas com o público.
Arranjador, produtor e violoncelista, Jaques Morelenbaum tem em sua trajetória trabalhos com nomes como Tom Jobim, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Moreno Veloso, cantor, compositor e multi-instrumentista, transita entre diferentes referências da música brasileira, do samba de roda a experiências contemporâneas da canção.
Cantora, compositora e multi-instrumentista, Lucy Alves transita por diferentes expressões da música brasileira. Em seu trabalho, alterna instrumentos como sanfona e violino e percorre ritmos como baião, xote, coco, frevo, choro e ciranda.
A partir das 19h50, apresentam-se Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil e Paula Lima. Brasiliense, Teresa chega ao Festival com uma trajetória de 20 anos marcada pelo samba e por influências afro-brasileiras e internacionais. Ao longo da carreira, dividiu trabalhos e palcos com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de se apresentar em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em 2019, lançou o primeiro álbum, Clara Essência, com repertório dedicado a compositores de Brasília.
Criado em 1996, o Trio Madeira Brasil construiu uma trajetória dedicada à música instrumental brasileira e atualmente reúne Ronaldo do Bandolim, Zé Paulo Becker e Rafael Malmith. O grupo acumula apresentações no Brasil e no exterior e uma discografia dedicada a diferentes caminhos da música instrumental brasileira.
Paula Lima apresenta “Eu, Paula Lima – O Baile”, espetáculo idealizado e dirigido pela própria cantora que reúne diferentes referências de sua identidade musical e revisita momentos de sua trajetória. Em clima de baile, o repertório passa por sucessos como “Guarda-Chuva”, “Clareou”, “O Universo Que Habita em Mim” e “Deguste”, além de canções que dialogam com nomes como Hyldon, Tim Maia, Jorge Ben Jor, Rita Lee, Sandra de Sá e Marcos Valle. Entre o soul, o samba-rock, o samba e os grooves brasileiros, Paula propõe um encontro marcado pela música, pela dança e pela celebração.
No dia 1º de novembro, a programação recomeça às 16h com Silvério Pontes e Marcelo Caldi e o Duo Partilhas, de Wagner Tiso e Marcio Malard. Trompetista dedicado à música brasileira e ao choro, Silvério construiu uma trajetória que inclui trabalhos com Tim Maia, Luiz Melodia, Paulinho da Viola, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho e Yamandu Costa.
Parceiros musicais há mais de cinco décadas, Wagner Tiso e Marcio Malard apresentam o Duo Partilhas, encontro de piano e violoncelo com repertório que passa por Villa-Lobos e clássicos do choro e da música brasileira. A parceria dos dois músicos remonta ao fim dos anos 1960 e atravessou diferentes projetos e formações ao longo das décadas.
A partir das 19h50, a programação reúne Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, além de Assucena e João Camarero. Natural de Brasília, Ian Coury é bandolinista, compositor, arranjador, educador e produtor musical, graduado pela Berklee College of Music e mestre pelo Berklee Global Jazz Institute, com trajetória que inclui apresentações no Brasil e no exterior.
Michael Pipoquinha e Joabe Reis dividem o palco em uma apresentação conjunta que aproxima duas trajetórias da música instrumental contemporânea. Cearense, Pipoquinha é contrabaixista, compositor e produtor e atua profissionalmente desde os 11 anos. Ao longo da carreira, tocou com artistas como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Djavan, Gilberto Gil, Ivan Lins e Toninho Horta e levou seu trabalho a diferentes países. Em 2026, prepara o lançamento de Minha Pele, álbum no qual também se apresenta como cantor de composições próprias. Trombonista, compositor e produtor, Joabe Reis desenvolve um trabalho ligado ao jazz brasileiro contemporâneo, com influências do hip-hop, neo soul, funk e pop. Já passou por festivais como Rock in Rio e The Town e dividiu o palco com artistas como Jacob Collier, Kamasi Washington e Snarky Puppy. Em 2026, lançou seu terceiro álbum autoral, Drive Slow: A Última das Fantasias.
Assucena e João Camarero apresentam um encontro de voz e violão que reúne clássicos da música brasileira e composições autorais. A parceria dos dois começou em 2025, no projeto Contornos da Canção, do Sesc Pompeia, quando revisitaram o álbum À Flor da Pele, de Ney Matogrosso e Raphael Rabello. O repertório do novo encontro passa por referências como Tom Jobim, Dolores Duran, Elis Regina, Gal Costa e Elza Soares, além de canções autorais.
Por acontecer em um espaço intimista, os ingressos são limitados e, nas duas últimas edições, as entradas se esgotaram nos primeiros 30 minutos. Para esta edição, o link de compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. A recomendação é acompanhar o canal e se programar com antecedência.
O Festival encerra uma edição construída a partir de diferentes formas de aproximação com a música brasileira, dos encontros no palco às atividades realizadas no Parque da Cidade e às ações de formação. A diversidade da programação dos dois últimos dias traduz uma proposta presente ao longo do projeto: aproximar diferentes linguagens, trajetórias e públicos.
Sobre a Shell
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
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Serviço
Festival Clube do Choro – encerramento da 4ª edição do Complexo Cultural do Choro
Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
Local: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental, Brasília (DF)
31 de outubro
1ª sessão – 16h – Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso | Lucy Alves
2ª sessão – 19h50 – Teresa Lopes | Trio Madeira Brasil | Paula Lima
1º de novembro
1ª sessão – 16h – Silvério Pontes e Marcelo Caldi | Duo Partilhas – Wagner Tiso e Marcio Malard
2ª sessão – 19h50 – Ian Coury | Michael Pipoquinha e Joabe Reis | Assucena e João Camarero
Ingressos: o link para compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. Os ingressos são adquiridos individualmente para cada uma das quatro sessões.
Classificação indicativa: Livre
Informações: (61) 3226-3969 / (61) 99868-2012
@complexodochoro / @clubedochoro








