Curso de Mapeamento Comunitário de Nascentes reúne 100 voluntários

Brasília, sexta-feira, 21 janeiro, 2022

Curso de Mapeamento Comunitário de Nascentes reúne 100 voluntários

Projeto de sustentabilidade socioambiental conserva o Lago Paranoá e beneficia todo o DF. Foto: Divulgação.

Fonte: ASCOM RAXVI

Atualizado em: 21 janeiro, 2022

O projeto responsável pelo mapeamento e preservação de nascentes do Lago Paranoá promove o Curso de Mapeamento Comunitário de Nascentes neste sábado (22). Durante a ação, serão registradas as nascentes encontradas no Lago Sul, na Serrinha do Paranoá e no Lago Norte. Esta é a segunda oficina dedicada exclusivamente à preservação das nascentes, fruto da parceria entre o Centro Internacional de Água e Transdisciplinaridade (CIRAT) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram).

Integrado às ações do Projeto Arco das Nascentes do Paranoá, o curso conta com 100 voluntários inscritos, com o Instituto Oca do Sol e a Universidade de Brasília como parceiros e com a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O curso tem como intuito a criação de um corredor ecológico entre o Parque Nacional de Brasília e a Granja do Ipê, contribuindo para conservação do cerrado.

Os pontos que devem ser mapeados no Lago Sul serão nas quadras QI 17, QI 19, QL 24, QL 26, nos córregos Canjerana, Rasgado e Manoel Francisco (na QI 28/Ermida Dom Bosco), no Parque das Copaíbas e na barragem do lago.

A preservação do Lago Paranoá se inicia pela preservação de suas nascentes, que precisa de uma mata pura e rica para que a vegetação crie proteção ao solo. A qualidade da água de rios e lagos depende, em grande parte, dos cuidados com a vegetação localizada nas nascentes. Com isso, projetos que recolham lixos descartados de maneira incorreta e que se acumulam nestes locais prejudicam a saúde do lago. Mapeando-os, evita-se que a saúde do Lago Paranoá, a longo prazo, seja prejudicada.

Durante o curso, os voluntários devem encontrar uma nascente e enviar a localização de GPS via aplicativo de mensagens a um Guardião da Nascente (com precisão mínima de 16 metros). É importante que o voluntário registre fotos e forneça o máximo de informações possível. Todas as informações serão armazenadas pelos guardiões por coordenadas geográficas e inseridas no sistema Google Earth e em planilhas. Desta forma, o registro exato fica acessível e atualizado para poder ser usado posteriormente pelas equipes de preservação direta.

Registro da ação feita pelo Guardiões das Nascentes antes da pandemia.

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