Dicas de redação para o TJDFT: como otimizar a preparação nesta reta final

Brasília, quarta-feira, 18 maio, 2022

Foto: Professor Wanderson Melo. Crédito: Divulgação.


Atualizado em: 18 maio, 2022

No próximo dia 29, serão realizadas as provas para o concurso do TJDFT. Um dos certames mais concorridos para quem sonha com a carreira pública. E sem dúvidas, a prova discursiva, uma redação que vale 30 pontos, é um dos grandes desafios para qualquer candidato. Para ajudar quem está estudando a se organizar melhor nesta reta final, o professor de português e Revisor do STJ, Wanderson Melo, vai realizar uma live especial, no dia 25/05, na qual ele e a Juíza Ruth Viana, do TJRN, vão abordar aspectos essenciais sobre estrutura, temas e erros gramaticais na redação.

Juíza Ruth Viana

“Na live, vamos dar algumas dicas de estrutura para os candidatos ao cargo de técnico e de alguns possíveis temas para o cargo de analista judiciário. Também quero abordar algumas estruturas gramaticais equivocadas utilizadas, que podem prejudicar a classificação do candidato”, explica o especialista.

Para assistir, basta acessar o Instagram @professor_wandersonmelo a partir das 19h30. Mas, além das dicas que vai dar durante a live, o professor separou três tópicos fundamentais para os candidatos organizarem melhor seus estudos para a prova e aumentar suas chances de aprovação.

Confira:

Como o candidato pode otimizar sua preparação para a prova discursiva nesta reta final?

Nesta reta final, é importante que o candidato já tenha identificado a estrutura do texto respectivo. Para o cargo de analista, será exigida a dissertação expositiva, com base nos conhecimentos específicos. Nesse caso, é fundamental organizar as informações técnicas, a fim de colocar o máximo de ideias sobre o item exigido. Por sua vez, nos cargos de técnico, é importante dominar também o texto dissertativo argumentativo, em que é preciso se posicionar sobre um tema.

Além disso, é preciso treinar muito. Sugiro cinco redações por semana, a fim de abarcar vários temas e a organização de apresentação das ideias. Sugiro também que o candidato treine a melhor forma de organizar o seu esquema, o seu rascunho, e o use de maneira a conseguir sistematizar todas as informações do texto. Cada candidato é único. Entretanto, não recomendo estudo na véspera da prova (na sexta e no sábado). Indico descanso.

Há chances de repetição de algum tema de provas anteriores?

Não acredito em repetição. É possível, sim, que temas já cobrados nas provas objetivas sejam exigidos na prova discursiva. Os candidatos ao cargo de analista têm de ter em mente aquilo de que a banca mais gosta (dentro dos conhecimentos específicos).

Já os candidatos ao cargo de técnico têm de estar atentos aos conhecimentos gerais (temas políticos, eleitorais, ambientais, relações internacionais, etc.). Indico que o candidato decore algumas normas (principalmente constitucionais) que possam embasar argumentos na prova.

É imprescindível que a redação tenha um título?

Exceto se houver indicação expressa, não é recomendável usar título na redação. Ele toma uma linha do texto, que pode ser útil no desenvolvimento das ideias.

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