Em nove meses, a construção civil gerou mais de 260 mil empregos formais no Brasil

Brasília, quinta-feira, 28 outubro, 2021

Em nove meses, a construção civil gerou mais de 260 mil empregos formais no Brasil

Crédito: Divulgação.


Atualizado em: 28 outubro, 2021

Só em outubro o setor já gerou 24 mil novos postos de trabalho

O setor da construção civil empregou 24.513 trabalhadores em outubro, segundo o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nessa semana pelo Ministério do Trabalho e Previdência. Neste ano, de janeiro a agosto, o acumulado é de 261.531 novos empregos no país.

O empresário Marlus Franco, da AMG Engenharia, foi um dos que abriu vaga nesse período e dobrou o quadro de funcionários. “Nós contamos com aproximadamente 100 colaboradores e estamos sempre contratando. As vagas vão desde auxiliar de produção de obra até engenheiro”, explica

Marlus afirma, ainda, que vai continuar contratando. “Vamos necessitar de uma quantidade maior de pessoas. Estamos com vagas abertas para engenheiro e arquiteto, por exemplo”, afirma. O engenheiro civil Josué Jorge Galdino, de 24 anos, foi um dos contratados pelo empresário. “Atualmente, as oportunidades que antes eram raras estão cada dia mais comuns. Além disso, na área da construção civil, que é muito competitiva, ainda mais em tempos de crise, as oportunidades estão aparecendo. Eu sinto orgulho de atuar na minha área de formação e é uma grata motivação enfrentar desafios novos a cada dia”, conta Galdino.

Falta de mão de obra qualificada

Marlus ressalta também que os canteiros de obras têm vagas abertas, mas por falta de mão de obra qualificada não conseguem contratar. O empresário ainda afirma que já teve cerca de 40 vagas abertas. No entanto, somente 18 foram preenchidas e isso acontece por falta de mão de obra qualificada.

“Uma vez que você tem que contratar um profissional sem experiência, sem qualificação, ele passa por um treinamento e durante esse processo, a obra ou a empresa fica com déficit de funcionário e consequentemente estende o prazo para entrega da obra. Aumenta o custo, que não pode ser repassado para o cliente”, explica Franco.

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