Foto: Emanuela de Araújo. Créditos: Giovana Karime
Atualizado em: 12 junho, 2025
À frente de causas complexas e da curadoria do HUB Criminal, a advogada amplia as fronteiras da profissão com visão crítica e articulação internacional
Com uma atuação marcada por rigor técnico e leitura estratégica apurada, a advogada criminalista Emanuela de Araújo Pereira tem se destacado no cenário jurídico nacional, especialmente nos Tribunais Superiores. À frente de uma prática que alia elaboração refinada de peças processuais e presença diligente nos bastidores das Cortes em Brasília, ela se consolidou como referência em causas de alta complexidade no Direito Penal.
Entre suas parcerias profissionais, destacam-se os advogados André Nogueira e Dennys Albuquerque — ambos com mais de uma década de experiência como assessores no Supremo Tribunal Federal (STF). Essa interlocução qualificada com nomes que conhecem profundamente o funcionamento da Suprema Corte confere ao trabalho de Emanuela um diferencial estratégico e técnico que se reflete nos resultados obtidos.
Além de sua atuação como advogada, Emanuela é curadora do HUB Criminal, plataforma que tem inovado na forma de comunicar, com seriedade técnica, os principais temas da área penal. Também é filiada à CIDEJ (Comunidad para la Investigación y el Desarrollo de Estudios Jurídicos), entidade que reúne advogados de toda a América Latina em parceria com a Unesco e com a Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, na Espanha.
Você tem se firmado como uma das vozes mais relevantes na advocacia criminal nos Tribunais Superiores. A que atribui esse reconhecimento?
Nosso trabalho tem como base a construção de teses jurídicas sólidas, ancoradas em jurisprudência atualizada e em uma leitura estratégica do momento processual. A atuação nos Tribunais Superiores exige não apenas domínio técnico, mas também sensibilidade institucional. As parcerias com André Nogueira e Dennys Albuquerque, que conhecem profundamente os bastidores do STF, agregam muito valor ao que construímos. Essa troca tem feito a diferença em causas complexas.
Além da técnica, você mantém uma presença constante junto aos ministros e gabinetes. Como essa proximidade contribui para o êxito nas ações?
A presença física nos tribunais, o contato direto com os ministros e seus assessores e o acompanhamento de cada etapa do processo em sede recursal me permitem responder com agilidade e precisão a eventuais movimentações. Essa diligência tornou-se uma marca da minha atuação: antecipar caminhos, adaptar estratégias e preservar sempre a qualidade técnica e a ética profissional.
Você também é curadora do HUB Criminal, que tem inovado na comunicação do Direito Penal.
Qual é a importância de pensar o jurídico também como linguagem?
A linguagem é essencial. O Direito Penal é uma área densa, e acredito que é possível — e necessário — comunicar de forma técnica sem perder a clareza. No HUB Criminal, buscamos informar com profundidade e seriedade, mas também com acessibilidade. A ideia é democratizar o conhecimento sem diluir o conteúdo. Ser parte da CIDEJ, em parceria com a Unesco e com a Universidad de Las Palmas de Gran Canaria, reforça meu compromisso com uma advocacia conectada ao pensamento jurídico latino-americano e à produção acadêmica de excelência.






