GDF Presente recupera estrada de terra no Núcleo Rural Tororó

Brasília, quarta-feira, 4 maio, 2022

GDF Presente recupera estrada de terra no Núcleo Rural Tororó

A recuperação da estrada vai facilitar o escoamento da produção rural e aumentar o conforto e a segurança dos moradores e frequentadores da região | Foto: Divulgação/GDF Presente

Fonte: Agência Brasília
Por: Catarina Loiola
Atualizado em: 4 maio, 2022

Equipe cria novos peitos de pombo para contenção da água da chuva e nivela pista para aumentar trafegabilidade

O GDF Presente começou a manutenção de via não pavimentada no Núcleo Rural Tororó nesta terça-feira (3). Mais de dois quilômetros serão nivelados e haverá a criação de ondulações, chamadas de peitos de pombo. A ação deve durar até sexta-feira (6).

O diretor de Obras da Administração Regional do Jardim Botânico, Alisson França, explica que, com as melhorias na estrada, será possível garantir trafegabilidade à população, além de facilitar o escoamento da produção rural e aumentar o conforto e a segurança dos moradores e frequentadores da região. Atualmente, estima-se que há cerca de 7 mil habitantes no Núcleo Rural Tororó.

“Vamos revitalizar o trecho pensando nas pessoas. Sem os peitos de pombo, por exemplo, a água da chuva pode entrar nas fazendas e estragar cercas, além de poder obstruir as vias e causar erosões e buracos”, diz França.

Segundo o coordenador do Polo Regional Leste do GDF Presente, Leandro Cardoso, serão utilizados dois maquinários diferentes cedidos pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap): uma motoniveladora e um caminhão trucado. Quatro pessoas atuando no trabalho. “Estamos aproveitando o período de seca para dar mais fluidez ao serviço. Na chuva, não conseguimos ter tanta produtividade”, diz. Confira outras ações do GDF Presente:

A demanda foi registrada na Ouvidoria da Novacap pelo aposentado Eduardo Queiroz, 68 anos. Morador da Área Rural Leste do Núcleo Rural Tororó, ele conta que a via estava em situação crítica há, pelo menos, três meses, sem os peitos de pombo e com as saídas laterais danificadas. “Quando chove, a água vai descendo direto para a porta do meu sítio. A entrada fica que nem um rio. Sem contar os buracos, que podem até causar acidentes. Estou torcendo para que fique bom o mais rápido possível”, afirma.

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