Haná Ressurge: 24 Anos de Tradição Encontram Sofisticação em Brasília

Brasília, terça-feira, 10 março, 2026

Com: redação PLS
Fonte: Destak Comunicação

Atualizado em: 10 março, 2026

Restaurante japonês reposiciona-se com arquitetura refinada, novo cardápio e experiência gastronômica que transcende o rodízio convencional

 

O Renascimento de Uma Casa Icônica

Duas décadas e meia de história não são apagadas por uma reforma. Elas são ressignificadas. É exatamente isso que o Haná faz ao reabrir as portas de SCLS 408 com um projeto arquitetônico que honra sua essência ao mesmo tempo que a projeta para o futuro. A reabertura não é apenas uma mudança estética — é uma declaração de propósito: transformar o restaurante de um destino de almoço executivo em um lugar onde brasilienses querem estar à noite, celebrando momentos com amigos e família.

O Studio Cortopassi assinou um projeto que respeitou o DNA original da casa, mas introduziu intervenções pontuais e significativas. O resultado? Um ambiente que finalmente faz jus ao significado do nome Haná — flor em japonês. A cerejeira, símbolo do Japão, inspira a nova cenografia: ramos brancos que partem do sushi bar em direção ao pé-direito duplo, complementados por leques decorativos, bambus e elementos que reforçam a estética oriental sem cair no clichê.

Quando a Arquitetura Conta uma História

Os tons mais escuros — vinho, uva, café — substituem a paleta anterior. A madeira agora é protagonista no piso, teto e pilares. A iluminação indireta cria uma atmosfera intimista e sofisticada, enquanto o mezanino ganha exclusividade. A fachada foi totalmente redesenhada, e o bar — antes coadjuvante — tornou-se um dos grandes protagonistas do projeto, estruturado para coquetelaria e interação com o público.

Mas a transformação mais simbólica? O buffet deu lugar ao sushi bar com balcão de degustação. Essa mudança não é meramente funcional. Ela reposiciona o cliente: de consumidor passivo para observador ativo, testemunha da técnica, da precisão e da maestria dos sushimen. É a diferença entre comer e experienciar.

Quando o Cardápio Respira Junto com a Casa

A consultoria gastronômica de Eduardo Coelho — sushiman com mais de duas décadas de experiência — marca o ponto de inflexão do novo Haná. Coelho é conhecido pelo domínio das técnicas tradicionais, respeito obsessivo aos ingredientes e um olhar autoral que valoriza sabores, texturas e apresentação. Sua assinatura está em cada prato.

O Novo Rodízio Clássico reúne mais de 80 opções — um número que poderia soar excessivo, mas que aqui representa variedade sem confusão. Entradas frias e quentes, fritos, empanados, pratos quentes, sushis tradicionais, niguiris, uramakis, prensadinhos, joys, sashimis, grelhados, sugestões do chef, temakis e sobremesas. Tudo pedido à vontade, de forma prática e confortável.

Destaques que Justificam a Reabertura

Entre as criações que merecem destaque:

  • Ceviche de peixe branco: pimentões, cebola e tempero cítrico — simplicidade que exige precisão
  • Nishimê: camarões, lula, kani, shimeji, queijo e abacaxi salteados na manteiga e shoyu — uma fusão que funciona
  • Camarão Imperial: envolvido em farinha panko e massa de batatas com queijo cheddar — texturas em diálogo
  • Risoto do Oriente: camarão, lula, pimentão vermelho, vagem e pepino japonês com alho torrado — a sofisticação do arroz japonês
  • Carpaccio Black Salmon: defumado na casa, temperado com molho especial e ovas de massagô — um prato que fala de técnica
  • Uramaki Skin: sushi invertido com pele de salmão, cream cheese, gergelim e teriyaki — inovação respeitosa

A inclusão de um cardápio digital com imagens é um detalhe que revela atenção ao cliente contemporâneo: visualizar antes de pedir torna a experiência mais intuitiva e envolvente.

A Coquetelaria Como Extensão da Identidade

 

A carta de drinques renovada não é um apêndice — é uma extensão da filosofia do Haná. Criações autorais que homenageiam montes japoneses:

 

  • Monte Yõtei (R$ 45): sakê, gin, cointreau e lichia — delicado e envolvente
  • Monte Haruna (R$ 45): gin, vermouth rosato e toranja — suave e cítrico
  • Monte Fuji (R$ 39,90): licor 43, Campari e suco de laranja — intenso e marcante
  • GT Orenji (R$ 39,90): gin tônica com alma tropical — um clássico reinventado
  • Haná Mule (R$ 39,90): saquê nacional, gengibre, limão e creme — inovação com raízes

Cada drinque conta uma história. Cada nome remete à geografia e à mitologia japonesa. Isso é coquetelaria com propósito.

Os Números que Revelam o Posicionamento

Serviço Dias Valor
Rodízio Clássico Segunda a quinta (almoço) R$ 139,90
Rodízio Clássico Sexta a domingo (almoço) R$ 149,90
Rodízio Clássico Todos os dias (jantar) R$ 149,90
Rodízio Kids (5-10 anos) Todos os dias R$ 75,00

Os preços refletem a qualidade e a sofisticação do novo posicionamento. Não é um rodízio de volume — é um rodízio de experiência.

O Que Muda (E O Que Permanece)

A reabertura do Haná não apaga 24 anos de história. Ela os ressignifica. A tradição permanece na técnica, no respeito aos ingredientes, na precisão de cada corte. A inovação entra pela porta da arquitetura, do cardápio renovado, da coquetelaria criativa e da experiência do cliente.

O restaurante agora oferece muito mais do que uma refeição: uma experiência completa que une ambiente, serviço, técnica e sabor em cada detalhe. É um convite para brasilienses redescobrirem a casa e viverem uma nova fase marcada por excelência, inovação e hospitalidade.

 


Serviço
Haná Restaurante Japonês

Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul
Telefone: (61) 3244-9999
Horário de funcionamento: Almoço: Segunda asexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h
Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h
Instagram: @hanajapones

*Os valores podem sofrer alterações, sem aviso prévio