Mesmo no frio, parques ecológicos são opções para a prática de esportes, lazer e entretenimento

Brasília, quinta-feira, 26 maio, 2022

Mesmo no frio, parques ecológicos são opções para a prática de esportes, lazer e entretenimento

No Parque das Copaíbas, o visitante ira conhecer a variedade de plantas nativas do cerrado brasileiro. Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental

Fonte: ASCOM RAXVI

Atualizado em: 26 maio, 2022

Nada melhor para aquecer o corpo nesta época de frio do que um passeio pelas trilhas dos parques ecológicos. Além de atividade física tendo a natureza como companhia, é uma ótima oportunidade de conhecer mais de perto uma variedade de plantas nativas do cerrado brasileiro.

No Lago Sul, as opções são diversas e todos preparados para receber visitantes, com os mais diversos interesses. Aqui estão o Parque Ecológico Península Sul, Parque Ecológico Anfiteatro Natural, Arie do Bosque, Parque Distrital das Copaíbas, além do Monumento Natural Dom Bosco. E bem próximos estão ainda o já tradicionalmente consagrado Jardim Botânico de Brasília, com várias atividades, e o Parque Ecológico da Asa Sul.

Os parques ecológicos representam a diversidade natural do cerrado brasileiro e os moradores do Distrito Federal têm o privilégio de ter à disposição atualmente 28 dos parques ecológicos abertos para visitação, que integram as 82 unidades de conservação existentes no DF. Ainda este mês, o número subirá para 29, com a inauguração do Parque Ecológico Burle Marx, no Noroeste.

Cada uma dessas unidades conta com, pelo menos, 30% de área de preservação e o restante de espaço público para caminhadas, corridas, atividades de lazer e outros esportes. Nos locais, os frequentadores convivem com espécies típicas do cerrado e animais silvestres em áreas restritas que precisam ser conservadas, preservadas e até recuperadas.

Essas áreas cumprem função ambiental, de fauna e flora, que vão dar saúde, lazer e, porque não,
conscientização sobre a importância da preservação ambiental.

Entre os parques, 16 têm estrutura com sede, vigilantes e agentes de parque – os chamados
administradores. Dos 13 parques ainda sem agentes lotados, três possuem guaritas e os demais as terão em breve. As melhorias serão feitas por compensação ambiental pública e privada, cabendo ao Brasília Ambiental os trabalhos de reparo e recuperação.

Desde o início desta gestão do GDF, 19 unidades foram reformadas pelo projeto Reviva Parques, ação da Secretaria de Governo em parceria com o Instituto Brasília Ambiental e a Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Os trabalhos estão sendo finalizados no Parque Ecológico Asa Sul, e o próximo a receber a ação é o Parque Ecológico do Gama.

Com entrada franca, as unidades costumam funcionar de 6h até as 21h, a depender do parque. Desde o início da pandemia, o número de frequentadores aumentou. Confira abaixo, ou no site Eu amo Cerrado, as unidades de conservação abertas e os horários para visitação.

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