Obras para a Rota de Segurança atingem 98% de execução

Brasília, sexta-feira, 5 novembro, 2021

Obras para a Rota de Segurança atingem 98% de execução

Pavimentação já foi concluida; no momento, avançam serviços de construção de calçadas e ciclovias | Foto: Divulgação/Secretaria de Obras

Com: informações da Secretaria de Obras
Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA

Atualizado em: 16 novembro, 2021

Serviços já demandaram investimentos de R$ 12 milhões, criando cerca de 700 empregos desde o início das obras

Mais uma importante obra do GDF será entregue à população nos próximos dias. Trata-se da Rota de Segurança, que vai ligar o Setor de Inflamáveis (localizado no SIA) à marginal da Estrada Parque Taguatinga Guará (EPTG). Com 3,7 km de extensão, a via tem duas faixas de rolamento, cada uma com 7 metros de largura, além de calçadas largas e ciclovia.

No momento, equipes da empresa contratada para executar a obra trabalham no cercamento da reserva biológica, plantio de grama na rotatória recém-construída, sinalização horizontal e instalação de meios-fios no último trecho de pavimentação.

Rota de Segurança terá 3,7 km de extensão

“Também estão em andamento a construção dos últimos 400 metros das calçadas e ciclovia e a execução das últimas seis bocas de lobo que vão captar a água das chuvas e abastecer o sistema de drenagem construído na região”, informa o engenheiro da Secretaria de Obras Alex Sidney Costa e Silva.

“Conseguimos concluir toda a pavimentação durante o período de estiagem”, afirma a secretária executiva de Obras do DF, Janaína Chagas. “Agora, estamos finalizando aqueles serviços que podem ser realizados durante a chuva, como a construção de calçadas e a instalação de meios fios.”

Percurso alternativo

Desde 2019, o GDF investiu aproximadamente R$ 12 milhões na execução desse trabalho, que criou cerca de 700 empregos desde o seu início. A obra é estratégica para a mobilidade urbana da região, pois vai representar uma alternativa segura em casos de emergência.

A Rota de Segurança será composta por duas saídas do Setor de Inflamáveis em continuidade a duas vias já existentes (IN-1 e IN-2), que seguirão paralelamente à via férrea até a marginal da EPTG, na altura do Setor Lúcio Costa.

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