Oito pontos de vacinação estarão abertos no aniversário de Brasília

Brasília, terça-feira, 20 abril, 2021

Oito pontos de vacinação estarão abertos no aniversário de Brasília

Além da vacina como principal estratégia de controle da pandemia, outras medidas não farmacológicas como distanciamento social devem ser adotadas| Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde

Com: informações da Secretaria de Saúde
Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA
Edição: RENATA LU
Atualizado em: 22 abril, 2021

Unidades funcionarão das 9h às 17h para aplicação da primeira e da segunda dose

No dia em que a capital federal comemora seus 61 anos, o Governo do Distrito Federal abrirá oito pontos de vacinação contra a covid-19 mantendo, de forma ininterrupta, a aplicação da primeira e segunda dose da vacina. O público-alvo, idosos com 64 anos ou mais e integrantes do grupo prioritário que já receberam a D1 e estão com data marcada para a D2, pode procurar um desses pontos, das 9h às 17h, para receber o imunizante. Haverá atendimento tanto por drive-thru, quanto para pedestres.
Confira quais são os locais:

A vacinação no feriado contará com o apoio do laboratório Sabin, Sesc e Secretaria de Justiça. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, destaca a importância da imunização com a D1 e a necessidade de completar o esquema vacinal. “As vacinas atualmente ofertadas no Brasil são seguras e aprovadas pela Anvisa e por órgãos internacionais de saúde. A CoronaVac e a AstraZeneca têm eficácia comprovada para proteger quem recebe as duas doses contra o coronavírus”, destaca.

“As vacinas atualmente ofertadas no Brasil são seguras e aprovadas pela Anvisa e por órgãos internacionais de saúde. A CoronaVac e a AstraZeneca têm eficácia comprovada para proteger quem recebe as duas doses contra o coronavírus”
Osnei Okumoto, secretário de Saúde

Vacina de Oxford

Okumoto reforça que há estudos que comprovam a eficácia e segurança desta vacina. “A eficácia e a segurança das vacinas são monitoradas constantemente pela Anvisa. Devido a isso, a orientação é que os idosos compareçam aos pontos de vacinação para serem devidamente vacinados contra a covid-19”, disse o secretário.

A Referência Técnica Distrital de Infectologia da Secretaria de Saúde e coordenadora da Câmara Técnica Covid-19, Lívia Vanessa Ribeiro, explica que “a associação da vacina com formação de coágulos foi reportada com evento adverso pela associação médica europeia. Entretanto, sabemos que o risco de desenvolvimento de fenômenos tromboembólicos associados à covid-19 é em torno de 16%, enquanto de desenvolver algum coágulo é de bem menos do que 0,05%”.

Ainda de acordo com Lívia, “o momento é de alerta, pois estamos em uma fase delicada em relação à covid-19, com alta taxa de transmissão e internações hospitalares em decorrência da covid-19”. Além da vacina como principal estratégia de controle da pandemia, outras medidas não farmacológicas como distanciamento social devem ser adotadas.

“Recomenda-se fortemente a continuidade da vacinação, pois os benefícios superam em muito os riscos. A vacina oferece alto nível de proteção contra todos os graus de severidade da covid-19”
Fundação Oswaldo Cruz

Ou seja, a população-alvo pode e deve procurar as salas de vacina para receber a primeira dose sem receios quanto à segurança do imunizante. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que produz a vacina no Brasil, explicou por meio de nota sobre a divulgação de análises sobre possível relação entre eventos extremamente raros de coágulos sanguíneos associados à baixa contagem de plaquetas (trombocitopenia) e à aplicação da vacina Oxford/AstraZeneca.

Segundo a Fiocruz, “os casos bastante raros observados, com possível relação com a vacina, continuarão sendo investigados. Recomenda-se fortemente a continuidade da vacinação, pois os benefícios superam em muito os riscos. A vacina oferece alto nível de proteção contra todos os graus de severidade da covid-19”, destacou a fundação.

No mundo, mais de 200 milhões de pessoas já receberam a vacina Oxford/AstraZeneca, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em comunicado, a OMS reforçou a necessidade de mais estudos para compreender totalmente a potencial relação entre a vacinação e possíveis fatores de risco. Além disso, o órgão destacou que os eventos adversos raros após imunização em massa são comuns de serem identificados e nem sempre estão ligados à vacinação, entretanto, devem ser investigados.

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