Planejamento urbano e tecnologia são focos de projeto

Brasília, terça-feira, 26 outubro, 2021

Planejamento urbano e tecnologia são focos de projeto

As ações desenvolvidas pela Sema-DF com apoio do CITInova começaram a ser apresentadas à Coordenação Nacional do Projeto em uma série de eventos virtuais e presenciais | Foto: Reprodução

Com: informações da Secretaria de Meio Ambiente do DF
Fonte: AGÊNCIA BRASÍLIA

Atualizado em: 27 outubro, 2021

Ações realizadas pela Secretaria do Meio Ambiente com apoio do CITinova serão apresentadas em série de encontros até 8 de novembro

A Secretaria de Meio Ambiente (Sema) vem realizando uma série de iniciativas com foco em planejamento urbano integrado e investimento em tecnologias com apoio do CITinova – Tecnologias Inovadoras para Cidades Sustentáveis, projeto multilateral realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Os recursos são do Global Environment Facility (GEF), a implementação está a cargo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a execução, em Brasília, pela Sema, em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE). Os recursos são da ordem de R$ 6,9 milhões, dos quais 43% foram executados até setembro.

“O projeto CITinova vem promovendo um conjunto de novas abordagens e inovando na estruturação de novas políticas no DF”
Sarney Filho, secretário de Meio Ambiente

Entre esta terça-feira (26) e o dia 8 de novembro, as ações serão apresentadas à Coordenação Nacional do Projeto. O primeiro encontro foi aberto pelo secretário de Meio Ambiente, Sarney Filho, o secretário de Pesquisa e Formação Científica do MCTI, Marcelo Morales e o representante do Pnuma no Brasil, Asher Lessels.

Também participaram do encontro a coordenadora técnica do projeto na Sema, Nazaré Soares; o diretor nacional, Luís Henrique Pereira; a coordenadora nacional, Ana Lúcia Stival, e a coordenadora técnica nacional, Angélica Griesinger. Além de gestores da Sema e do MCTI.

Sarney Filho destacou que o CITinova vem contribuindo de forma efetiva nos avanços da agenda ambiental do DF, “especialmente quando falamos de enfrentamento aos desafios do aquecimento global, da sustentabilidade do território e da recuperação de nossas bacias hidrográficas”. Segundo ele, “o projeto CITinova vem promovendo um conjunto de novas abordagens e inovando na estruturação de novas políticas no DF.”

A agenda segue com eventos virtuais e presenciais, como visitas ao antigo Lixão da Estrutural e ao projeto de restauração de nascentes e Sistemas Agroflorestais

Reta final

Para Marcelo Morales, representante do MCTIC, o projeto vai se encaminhando para o final, apesar de ter sido prorrogado em função da pandemia do covid-19, mas já é possível dizer que foi bem-sucedido. “Tenho certeza que o CITinova deixa um legado no DF e vai se tornar referência na busca pelo desenvolvimento sustentável”, afirmou.

O sentimento de dever cumprido também foi exposto por Asher Lessels. “Estamos começando a ver a linha de chegada e percebendo que Sema tem avançado, potencializado o impacto nas diferentes áreas de atuação dos projetos. Mas ainda temos muito por fazer. Com a prorrogação, temos mais tempo para isso. Espero que a próxima reunião de avaliação seja presencial, para celebrarmos os resultados finais”, afirmou.

A agenda segue com eventos virtuais e presenciais, como visitas ao antigo Lixão da Estrutural e ao projeto de restauração de nascentes e sistemas agroflorestais (SAFs).

Projetos

A subsecretária de Assuntos Estratégicos, Márcia Coura, apresentou os projetos em andamento. No âmbito do Planejamento Urbano Integrado, as ações são voltadas à geração de estudo, conhecimento e ferramentas para fortalecimento das políticas ambientais do DF e ações para mobilização social.

Nessa linha estão inclusos o Sistema Distrital de Informações Ambientais (Sisdia); instrumentos e governança para o enfrentamento das mudanças climáticas; engajamento social e o diagnóstico de contaminação do Lixão da Estrutural.

Os investimentos em tecnologias preveem a realização de projetos-pilotos com tecnologias inovadoras para serem aplicadas em larga escala; remediação do Lixão da Estrutural; recuperação ambiental nas bacias hidrográficas do Descoberto e Lago Paranoá; implantação de boas práticas, pesquisas e inovações nas bacias do Descoberto e Paranoá e ações para promoção da energia solar no DF.

As ações na área de energia fotovoltaica, previstas no projeto, sofreram atraso durante a pandemia. Mas, de acordo com o secretário Sarney Filho, a concepção do sistema que deverá ser implementado com apoio do CITinova já foi definida.

“E o foco estará em estruturar um modelo de energia solar para prédios públicos, dando visibilidade à pauta, permitindo um maior conhecimento desta importante inciativa pela população do DF. Além de proporcionar mais sustentabilidade para os nossos espaços públicos urbanos e periurbanos”, disse.

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