Programa começa a recuperar Orla Sul do Lago Paranoá com plantio de espécies nativas

Brasília, quarta-feira, 5 maio, 2021

Programa começa a recuperar Orla Sul do Lago Paranoá com plantio de espécies nativas

Foram recuperados 63 hectares com plantio de mais de 33 mil mudas de espécies nativas.

Fonte: ASCOM RAXVI

Atualizado em: 6 maio, 2021

Em pouco mais de três anos, a Orla Sul do Lago Paranoá terá um novo visual, com vegetação suficiente para proteger as encostas, as nascentes e garantir a preservação do Lago, referência ambiental e histórica para a Capital Federal.
Nesta primeira fase, coordenada pela Secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e executado pelo Instituto Rede Terra, foram recuperados 63 hectares desta extensa área, localizados entre a Ermida Dom Bosco e Arie Riacho Fundo, passando pelo Parque Ermida Dom Bosco, QL 26, 24, 22, 20, Parque Graça Branca, QL 16, Arie do Bosque, QL 8, 4 e 2.

Já foram plantadas mais de 33 mil mudas de diferentes espécies nativas, utilizando diferentes técnicas e metodologias, já testadas com êxito em programas de recuperação de áreas degradadas do Cerrado Brasileiro.
A próxima etapa do Programa de Recuperação das Áreas Degradadas da Orla do Paranoá inclui capina seletiva, tratamentos fitossanitários e controle biológico, tudo isso para garantir o desenvolvimento saudável destas espécies, entre elas, cerca de 400 mudas de ipês de várias cores.

Flávia Stela, coordenadora Institucional do Projeto pelo Instituto Rede Terra, destaca a importância da participação efetiva dos moradores do Lago Sul, que serão fundamentais na conservação e manutenção desta nova vegetação. Stela ressalta ainda o trabalho em parceria com a Administração Regional do Lago Sul, que tem prestado integral apoio ao desenvolvimento do projeto.

O Programa de Recuperação das Áreas Degradadas da Orla do Paranoá, coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, através do Instituto Brasília Ambiental, conta ainda com o apoio do Batalhão da Polícia Militar Ambiental, Marinha do Brasil, SLU, Administração do Jardim Botânico de Brasília, Administração Regional do Park Way, além de pesquisadores de capivaras (UCB, UnB e Emater).

TALVEZ VOCÊ TAMBÉM SE INTERESSE POR:


0

Comente esta notícia!