Prosseguem os trabalhos para recuperação da orla do Lago Paranoá

Brasília, quarta-feira, 7 abril, 2021

A recuperação da orla do Lago Paranoá é fundamental para segurança hídrica do Distrito Federal.

Fonte: ASCOM RAXVI

Atualizado em: 7 abril, 2021

O Projeto de Recuperação de Danos na Orla do Lago Paranoá, conhecido como Projeto Orla e coordenado pela Secretaria de Meio Ambiente, pretende recuperar toda a extensão das Áreas de Preservação Permanente (APPs) da orla do Lago Paranoá, com o plantio de plantas nativas em uma faixa de 30 metros de margem a partir do espelho d’água do Lago Sul. Os recursos já estão garantidos pelo Fundo Único do Meio Ambiente (FUNAM). Um diagnóstico preliminar, que subsidiou o projeto, identificou 321,83 hectares passíveis de recuperação na orla, incluindo áreas públicas, áreas de preservação ambiental e unidades de conservação.

No Lago Sul, o projeto teve início no final de 2019, com o plantio de cerca de 1,7 mil mudas de espécies nativas do cerrado, em uma área de 4,5 hectares na Arie (Área de Relevante Interesse Ecológico) do Bosque, na QL 10. Estas plantas serão utilizadas na recuperação destas áreas. A responsabilidade pela execução do projeto, no Lago Sul, é do Instituto Rede Terra, com apoio logístico da Administração Regional do Lago Sul.

Ao todo, 75 hectares receberão ações de recuperação por meio de plantio de espécies do cerrado, tanto em áreas de unidades de conservação (parques, áreas de relevante interesse ecológico), quanto em áreas na APP da Orla Sul e na Arie do Riacho Fundo, que auxilia no abastecimento do Lago Paranoá, e vem sofrendo forte pressão da ocupação urbana.

O objetivo do projeto é contribuir para a manutenção das paisagens e das múltiplas funções ecológicas da orla do Lago Paranoá. Trata-se de um contorno total de 102,31 quilômetros, 50,31 dos quais no Lago Sul e 52 no Lago Norte.

No Lago Norte, conforme informações da Secretaria de Meio Ambiente, serão recuperados inicialmente 40 hectares, com recursos provenientes da parceria firmada entre o Instituto Brasília Ambiental e a Fundação Banco do Brasil, por meio do Programa Recupera Cerrado.

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