Rick Chesther protagoniza nova capa da Revista State em edição sobre persistência, mobilidade social e recomeços

Brasília, sexta-feira, 8 maio, 2026

Foto: Revista State com Rick Chesther. Créditos: Divulgação.

Com: Revista State
Por: Flávio Augusto
Atualizado em: 8 maio, 2026

A nova edição da Revista State escolheu como personagem central uma das trajetórias mais simbólicas do empreendedorismo popular brasileiro contemporâneo. Ricardo da Silva, conhecido nacionalmente como Rick Chesther, estampa a capa da publicação em uma edição que discute persistência, transformação social e o impacto das narrativas de superação no ambiente econômico e digital do país.

Conhecido como “o vendedor de água de Copacabana”, Rick construiu uma trajetória que ultrapassou o universo das redes sociais e passou a ocupar espaço relevante no debate sobre mobilidade social, empreendedorismo e comunicação popular no Brasil. Sua história ganhou projeção justamente por traduzir conceitos ligados a vendas, disciplina e reconstrução pessoal em uma linguagem acessível, conectada à experiência cotidiana de milhões de brasileiros.

A escolha da Revista State acompanha o lançamento de A arte de fazer do limão uma limonada, quarto livro do autor publicado pela Buzz Editora. A obra amplia reflexões sobre recomeço, escassez, liderança e responsabilidade individual, temas que acompanham sua trajetória pública desde os primeiros vídeos que viralizaram nas plataformas digitais.

Nascido em Pitangui, em Minas Gerais, Rick passou parte da juventude em condições de vulnerabilidade social antes de trabalhar vendendo água nas praias do Rio de Janeiro. O que inicialmente representava apenas sobrevivência acabou se tornando o ponto de partida para uma narrativa que o transformaria em um dos nomes mais reconhecidos do desenvolvimento pessoal brasileiro.

Ao longo dos anos, sua comunicação passou a dialogar com um público que frequentemente não se via representado nos discursos tradicionais sobre sucesso e prosperidade. Em vez de fórmulas rápidas, Rick consolidou sua imagem defendendo repetidamente a importância do processo, da adaptação e da capacidade de continuar mesmo em cenários adversos.

Essa construção o levou a ocupar espaços improváveis para alguém com sua origem social. Em 2018, participou da Briliive Conference, em Harvard, onde recebeu reconhecimento como embaixador mundial do evento. Desde então, passou a realizar palestras em diferentes países da Europa, África e Ásia, além de ampliar sua presença no mercado editorial.

Seu primeiro livro, Pega a visão, alcançou milhões de exemplares vendidos e ajudou a aproximar temas ligados a empreendedorismo e educação financeira de públicos historicamente afastados desse segmento editorial.

Na nova obra, Rick retoma justamente a relação entre dificuldade e reconstrução. Ao longo do livro, rejeita discursos simplificados sobre sucesso e reforça uma ideia que se tornou central em sua trajetória pública: a de que persistência continua sendo um dos fatores mais determinantes para qualquer transformação concreta de vida.

 

A capa dedicada a Rick Chesther também reflete um movimento observado no próprio mercado editorial contemporâneo. Revistas voltadas a negócios, liderança e economia criativa passaram a ampliar espaço ao priorizar personagens cujas trajetórias dialogam diretamente com mudanças sociais, comportamento digital e novas formas de influência pública.

Nesse contexto, a Revista State vem consolidando sua atuação entre Brasil, Portugal e outros países lusófonos, ampliando presença no debate sobre empreendedorismo, inovação, comunicação e transformação econômica.

Ao escolher Rick Chesther como destaque de capa, a publicação reforça um fenômeno que ultrapassa o universo empresarial: o crescimento de narrativas construídas a partir da experiência real, da vulnerabilidade social e da persistência cotidiana em um país marcado por profundas desigualdades.

Mais do que um personagem de internet, Rick tornou-se símbolo de uma geração que aprendeu a transformar improviso em estratégia, dificuldade em linguagem e recomeço em identidade pública.