Tratamento usa sangue do próprio paciente contra as rugas e o envelhecimento

Brasília, sexta-feira, 31 dezembro, 2021

Tratamento usa sangue do próprio paciente contra as rugas e o envelhecimento

Atualizado em: 31 dezembro, 2021

O PRP tem ganhado adeptos e clínica de estética em Goiânia aposta nessa novidade do mercado da beleza pouco invasiva e sem uso de substâncias artificiais de preenchimento

Manter a pele jovem e bonita é o desejo de muitas mulheres. Por isso as indústrias da estética e beleza não se cansam de apresentar novidades. Em Goiânia, uma clínica especializada em tratamentos minimamente invasivos apresenta uma dessas em seu portfólio que tem atraído cada vez mais adeptos pelo mundo: o PRP, sigla para Plasma Rico em Plaquetas. Na prática, a técnica usa o próprio sangue do paciente para preencher rugas e tratar cicatrizes, resultando em uma pele mais jovem e lisinha.

Parece um pouco surreal, mas a prática não é necessariamente nova e os estudos e aplicações datam de mais 10 anos. De acordo com a especialista e estética, a farmacêutica Mayara Camargo, que comanda a Farmalaser Estética Avançada, o PRP pode ser feito por mulheres com mais de 35 anos, que já tenham alguma flacidez moderada ou avançada em regiões como rosto, pescoço, dorso e até nas mãos.

Uma quantia de 20 ml de sangue do paciente é coletada, centrifugada em um equipamento próprio, e o plasma é separado dos demais componentes, hemácias e leucócitos. O PRP retirado é de cerca de 8 mililitros de plaquetas, o chamado “plasma rico”. Esse material será reaplicado no paciente, e responsável por liberar as proteínas e outras partículas envolvidas no processo de auto-regeneração e cicatrização que o corpo automaticamente se encarrega de conduzir.

Não existe preparo ou repouso, e as mudanças na pele já podem ser vistas após poucos dias da primeira sessão. “Cada pessoa precisa de uma avaliação, mas para um resultado satisfatório, é preciso pelo menos três aplicações”, aconselha Mayara que também informa que é preciso um intervalo de pelo menos um mês entre uma e outra.

Tecnicamente falando, Mayara explica que o plasma é uma parte do sangue com altíssima concentração de plaquetas que tem forte poder de cicatrização. É essa característica que faz o tratamento tão eficiente. “Além disso, não existe risco de alergias ou contraindicações, já que o produto é do próprio paciente”, pontua a farmacêutica esteta. De acordo com ela, é ideal para preencher linhas de expressão e amenizar rugas, como o “bigode chinês” e os “pés de galinha”, e também pode ser utilizado para preenchimento do glúteo e retração das estrias.

A utilização do plasma sanguíneo para acelerar o processo de cicatrização já é um método usado há muito tempo na medicina. Isso porque o plasma concentra 10 vezes mais plaquetas que no volume comum do sangue. O craque de futebol Neymar Jr. fez uso do método em um de suas cirurgias. Já as beldades famosas Luciana Gimenez, Kelly Key, Kim Kardashian e Angelina Jolie, encararam a agulha para manter-se belas.

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